Esmeralda a Opala

Guia de pedras naturais de Esmeralda a Opala. Aqui encontra informação organizada sobre cristais e minerais, com foco nas características visuais, simbologia e usos tradicionais de cada pedra.

Escolher uma pedra natural

Pode escolher uma pedra pela cor, pelo significado, pelo signo, pelo chakra associado, pela estética da peça ou simplesmente pela ligação que sente ao vê-la. Para explorar artigos disponíveis, visite cristais e pedras naturais ou pulseiras.

Informação responsável

As associações energéticas das pedras fazem parte de tradições, crenças e práticas de bem-estar. Não devem ser interpretadas como promessa médica ou substituição de cuidados profissionais.

Dicionário de pedras: Esmeralda a Opala

Esmeralda

Dureza de Mohs: 7,5 -8,0.

Composição química: Alumínio, berilo, silicone, enxofre, parcialmente zinco, fósforo, ferro.

Cor: Verde-claro, verde-escuro, verde-amarelado, transparente e translúcido.

Proveniência: Índia, Paquistão, Austrália, EUA, África do Sul, Brasil.

Formas existentes: Pedra bruta, lapidada, pingente.

Crenças e mitos: As Esmeraldas estão desde o início do pensamento humano entre as pedras preciosas mais desejadas e valiosas. Os gregos chamavam-na “a pedra do amor”, da confiabilidade e fidelidade. No Egito, Cleópatra enfeitava-se com as mais belas Esmeraldas, pois acreditava-se que nelas residia a eterna beleza da Vênus e que rejuvenesce a aparência. Também os incas e astecas honravam as Esmeraldas, acreditavam que se tratavam de pedras sagradas. As Esmeraldas exerciam em quase todas as culturas e casas reais um papel muito importante e eram consideradas como pedras de adorno e curativas.

Chacras: Cardíaco: localiza-se no coração, a sua cor é verde, dá energia ao corpo físico e melhora a corrente sanguínea.

 

Flurita

Dureza de Mohs: 4.

Composição química: Cálcio, Fluorita com cromo-ferro, enxofre, cobre, vestígios de manganês.

Cor: Incolor, vermelha, alaranjada, amarela, branco-amarelada, rosa, violeta, branca, vermelha-violeta, verde, azul-violeta, translúcida.

Proveniência: Austrália, Botswana, Congo, Rússia e África do Sul.

Formas existentes: Espanha, México, EUA, China, Austrália.

Crenças e mitos: A Fluorita, com o seu fantástico arco-íris, vem sendo honrada desde tempos remotos, como sendo pedra de adorno e de cura. Na antiga China, foi usada como condutora da sorte, que protegia contra a magia negra e pensamentos de suicídio. Como traz dentro de si partes de outras pedras, é considerada a pedra da intuição, do amor, da sorte e da confiança.

Chacras: Sétimo

 

 

Granada

Dureza de Mohs: 8.

Composição química: Quartzo, Apatita.

Cor: Vermelho Escuro, Cinzento, Preto

Proveniência: Em todos os continentes.

Formas existentes: Pedra bruta, lapidada

Crenças e mitos: A Granada é conhecida desde os primórdios da memória humana devido aos seus efeitos terapêuticos e beleza. Teve uma posição de grande destaque entre quase todos os povos. Faz parte das pedras que desde a Antiguidade eram apreciadas como origem da vida. Diz a tradição que a Arca de Noé foi iluminada por uma grande Granada. O nome Granada advêm do Latino “Granatus”, que significa “grão”, segundo outras tradições foi a mesma descrita como “Carfunculus” que significa “a pedra que luz”.

 

 

Jade

Dureza de Mohs: 6,5 -7.

Composição química: Silicato de alumínio e sódio.

Cor: verde-garrafa; verde-escuro; branco

Proveniência: Birmânia; Tibete; Guatemala; China; Japão; EUA

Formas existentes: Pedra bruta, lapidada, pêndulo, esfera, ovo, pingente, cordão.

Crenças e mitos:As propriedades comuns a todas as duas espécies conhecidas como jade inclue a sua habilidade de melhorar a própria existência, ajudando a pessoa a libertar-se de pensamentos e de energias negativas, pois acalma a mente e faz com que as tarefas cotidianas pareçam mais fáceis. É também uma pedra de proteção, deixando o seu portador livre de problemas. Ë considerado como a essência concentrada do amor. Traz o equilíbrio entre o Yin/Yang. Intensifica a capacidade de expressão.

Chacras: Quarto.

 

 

Jaspe

Dureza de Mohs: 7.

Composição química: Óxido de sílica, dióxido com ferro, manganês, enxofre, traços de magnésio.

Cor: Vermelho, vermelho-escuro, opaco.

Proveniência: Brasil, África do Sul, Índia, Austrália, Madagáscar.

Formas existentes: Pedra bruta, lapidada

Crenças e mitos: O Jaspe-Vermelho fazia parte das pedras mais valiosas da Antiguidade e é até mesmo mencionado nas revelações da Bíblia. Entre os judeus, o Jaspe tinha um significado muito importante. Acreditavam que o Jaspe era a primeira pedra fundamental da nova Jerusalém. Os antigos gregos acreditavam que o Jaspe assegurava ao seu usuário harmonia interior e um matrimônio feliz. As mulheres acreditavam que o Jaspe as livrava das moléstias femininas e lhes proporcionava uma gravidez harmoniosa. Os antigos romanos usavam o Jaspe e acreditavam que afastava demônios e espíritos malignos.

Chacras: Primeiro.

 

 

Kunzita

Dureza de Mohs: 6.

Composição química: Sílica, alumínio.

Cor: Violeta, rosa.

Proveniência: Afeganistão, Brasil, EUA, Madagáscar.

Formas existentes: Pedra bruta, lapidada, cordão.

Crenças e mitos: A Kunzita deve o seu nome ao joalheiro Kunz, que a descobriu em 1903. Esta pedra tem uma grande resistência ao calor e à estabilidade. Os antigos gregos usavam-na como para-raios, diante dos perigos, poderes negros e moléstias. Acreditavam que a Kunzita reunia todos os poderes entre o céu e a terra e transmitia ao seu possuidor amor grande e verdadeiro.

 

 

Lápis-lazúli

Dureza de Mohs: 5-6.

Composição química: Sódio, alumínio, sílica com cálcio, ferro, magnésio, enxofre, zinco, cobalto

Cor: Azul-real, azul-esverdeado, azul-claro, azul-escuro, parcialmente com inclusões douradas, opaca.

Proveniência: Chile, Afeganistão, Birmânia.

Formas existentes: Pedra bruta, lapidada, esfera, ovo, pingente, obelisco, pirâmide, cordão.

Crenças e mitos: A tradição do Lápis-Lazúli remonta os primórdios da história humana. O seu nome vem da palavra arábica “azul” (céu) e da latina “lápis” (pedra). As escavações informam-nos que o Lápis-Lazúli já vinha sendo empregado há cerca de 5.000 anos a.C. na fabricação de correntes e adereços. Os homens acreditavam que toda a força divina e a vida infinita estivessem reunidas no Lápis-Lazúli. Os gregos, romanos e indianos empregavam-no como pedra de proteção. Também foi apreciado como pedra da amizade, favorecendo os relacionamentos entre as pessoas.

Chacras: Terceiro olho ou frontal: transforma a negatividade em pontos positivos, traz relaxamento, ajuda a desenvolver os poderes da mente.

 

 

Larimar

Dureza de Mohs: 4,5-5.

Composição química: Silicato de sódio e cálcio hidratado.

Cor:Azul celeste, azul claro, riscos brancos às vezes pretos ou avermelhados.

Proveniência: República Dominicana.

Formas existentes: Pedra bruta, lapidada

Crenças e mitos: É uma pedra profundamente ligada à energia dos golfinhos, à inteligência pura e intuitiva, simples e inocente. Diz a lenda que as piscinas e fontes de Atlântida eram revestidas de Larimar, e por isso mesmo também é conhecida como a mármore de Atlântida. Experimente usar Larimar junto dos golfinhos e prepare-se para uma agradável surpresa.

Chacras: Quinto, quarto.

 

 

Malaquita

Dureza de Mohs: 3,5-4.

Composição química: Cobre, carbonato de cromo, vestígios de zinco e de cálcio.

Cor: Verde-clara, verde-negra, esverdeada, opaco.

Proveniência: Zaire, Zâmbia, EUA.

Formas existentes: Pedra bruta, lapidada, esfera, ovo, pingente, obelisco, pirâmide, cordão.

Crenças e mitos: As origens da Malaquita remontam há três mil anos a.C. Os egípcios honravam-na como pedra da esperança, sorte e harmonia nas parcerias. Através da sua forte coloração verde, atribuiu-se a Malaquita, por milênios, uma alta posição entre as pedras curativas e de adorno.

Chacras: Cardíaco: ajuda a libertar de traumas de vidas passadas, protege contra ataques, estimula a imaginação e ajuda a expressar os sentimentos.

 

 

Olho-de-gato

Dureza de Mohs: 7.

Composição química: Dióxido de silício.

Cor: Brilho castalho avermelhado

Proveniência: Austrália, África do Sul, EUA, Brasil.

Formas existentes: Pedra bruta, lapidada, pingente, cordão.

Crenças e mitos: O Olho-de-gato, (Olho de Tigre Vermelho) é uma fascinante variedade de olho-de-tigre e pertence á família dos quartzos. As inclusões anfibólicas proporcionam a esta pedra o seu típico brilho vermelho.

 

 

Olho de Tigre

Dureza de Mohs: 7.

Composição química: Silicato, dióxido com ferro, enxofre, manganês, traços de cromo.

Cor: Amarelo-dourado até castanho-dourado, opaco.

Proveniência: África do Sul, Austrália, Birmânia, EUA, Índia.

Formas existentes: Pedra bruta, lapidada, pingente, cordão.

Crenças e mitos: As origens do Olho-de-Tigre remontam ao inico da era de Cristo. Os árabes e os gregos acreditavam que o Olho-de-Tigre fazia com que o seu portador tivesse um temperamento alegre e lhe aguçava os sentidos. Protegia contra influências negativas e fortalecia as amizades. Como pedra de proteção e curadora, o Olho-de-Tigre continua a merecer, hoje em dia, um grande apreço.

Chacras: Plexo Solar: localiza-se abaixo do coração, de cor amarelo e age na digestão, emoções e metabolismo.

 

 

Opala

Dureza de Mohs: 6.

Composição química: Dióxido de silício hidratado.

Cor: Branco, cinzento, azul, verde, alaranjado, negro em parte opalescente.

Proveniência: Austrália, África do Sul, Zimbabué, Brasil e EUA

Formas existentes: Pedra bruta, lapidada, pingente, cordão

Crenças e mitos: O nome Opala é oriundo do hindu antigo sânscrito "Upala" (pedra preciosa). A coloração da Opala deve-se às bolinhas de água armazenadas no interior da pedra e que brilham nas mais belas cores quando expostas à luz. A Opala era diretamente associada aos deuses e à criação, e diz-se que recebeu uma parte de todas as pedras, o verde da Esmeralda, o violeta brilhante da Ametista, o vermelho do Rubi, o azul da Safira e a luz ardente do enxofre. Os antigos gregos e romanos chamavam-na de "opalus" e acreditavam poder prever o futuro através dela, que também protege o usuário de todas as doenças. As Opalas negras são pedras de poder para os mágicos!